“Às vezes sinto que sou espécie de atalho: ajudo no caminho
sem nunca ser o ponto de chegada. Não sou destino, apenas distração. É a mim
que recorrem os interessados em outras. Usam-me para teste, fazem-me de ensaio,
levam minha proteção e cospem minha carne mastigada quando já não lhes serve
mais. Devolvem um coração pisoteado que depois só pensa em se fechar de vez
para qualquer sentimento do mundo.”
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