100 dias de gratidão

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Para a menina de sorriso aberto

Tinha alguns dias que eu não tinha noticias tua até que ontem em uma dessas passeadas tediosas na internet vi uma foto sua, a mais linda de todas. Você toda bonitinha, sorrindo e deixando a mostra suas lindas covinhas. Você estava tão diferente daquela menina assustada e arredia de uns meses atrás. Fiquei contente de te ver, aparentemente, tão bem. Lembra quando eu te disse que as coisas iriam se ajeitar, que era só esperar o tempo, que nem é tão mau assim, dar um jeitinho? Pois é…lá estava você sorrindo, longe de tudo, cheia de luz.

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Ana

Estive pensando em você esses dias e a sensação que fico é que seus últimos anos vieram como furacões. Compreendo perfeitamente essa sua vontade de se ausentar das pessoas, de ficar quietinha no seu mundinho, nós humanos somos frágeis, não precisamos aguentar todos os tapas da vida e continuar com um sorriso no rosto, mesmo que todo mundo exija o contrário. É necessário esse tempo para ti, para botar todas as coisas no lugar, parar cuidar um pouquinho de você mesma, rever seus gostos e suas prioridades. E é isso, Ana, um dia qualquer você terá uma epifania, seja comendo um chocolate, fumando um cigarro, caminhando ou ouvindo uma música em umas quarta-feira entediante, e verás que está pronta para tudo novo, de novo. E quando isso chegar você vai encontrar as coisas certas que possam lhe ajudar a seguir em frente. É tudo com o tempo, tempo esse que parece traiçoeiro, mas ele não é má pessoa.

Fique bem.

Marina

domingo, 22 de janeiro de 2012

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 I,
 Guarde o meu amor que hoje ele é todo seu, Marina.

domingo, 15 de janeiro de 2012

Lá nos meados de 2005 eu ganhei dois cd’s de uma amiga. Um deles de Legião Urbana, que eu já conhecia e gostava, e o outro dos Engenheiros do Hawaii. E em pouco tempo essa banda de nome engraçado, que eu custei memorizar, tornou-se minha banda preferida. Não sei se devido às letras que dizem muito do que eu queria dizer, à voz e todos os instrumentos do Gessinger ou aos cabelos loiros do vocalista que a cada ano estava com um novo peteado. Sei que a banda tornou-se uma referencia para mim, virei fãzona mesmo, daquelas de ter cartaz deles pregado no quarto, nas capas do caderno e por ai vai. Em 2007/08 eles vieram na minha cidade mas não pude ir ao show devido a minha pouca idade, e, para o sofrimento da fá aqui, logo em seguida eles deram “um tempo” com a banda. Gessinger então começou um novo projeto, o Pouca Vogal, onde ele e mais um outro cantor realizam shows mais intimistas com sucessos das antigas bandas de ambos e músicas novas. Confesso que me agrada, mas nem tanto essa formação, mas se é o que temos para poder ver o Gessinger fico muito feliz. Assim no dia 30 de julho de 2010 tive a oportunidade de ir a um show deles, foi muito emocionante, muito bonito e se já gostava dele antes depois desse show gostei muito mais. E ontem, dias 14 de janeiro de 2012 eles retornaram aqui na minha cidade, desta vez com um show bem a cara da banda, em um local fechado, com poucas pessoas deixando um clima bem aconchegante e intimista. E o que foi esse show? Não sei até agora. Que coisa mais linda e emocionante, todo mundo em uma mesma sintonia cantando todas as músicas, aplaudindo, respeitando os cantores, foi muito bonito de se ver. Para uma fã que acompanha o seu ídolo ha tanto tempo é uma das melhores sensações poder vivencias aquilo que vivi ontem. Uma menina que estava ao meu lado resumiu muito bem o sentimento de todos “o show é tá tão bonito que não da vontade de falar nada”, e era isso mesmo que se via, todo mundo cantando ou calado, nada daquelas conversas e rizadas paralelas que tanto atrapalham os show em locais fechados. Foi muito bonito, muito emocionante, muito gratificante, espero ainda poder viver muitos outros show deles.

sábado, 14 de janeiro de 2012

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D.

Eu não consigo ver uma pessoa que é tão importante pra mim se prestar a esse papel de idiota perante todos e ficar calada como se aceitasse isso, afinal, quem cala consente. Por isso, muitas vezes, eu acabo até magoando-a mais ainda, talvez no momento você precisasse de um abraço, mas eu definitivamente não consigo. Não consigo entender como pode uma pessoa que até outro dia tinha uma ideologia de vida tão bacana, tinha sonhos e esperanças, cair nesse buraco transformando-se em uma mulher submissa, que aceita ser humilhada de todas as formas possíveis e nada fazer a respeito, e o que é pior, ter tido a oportunidade de mudar isso, acabando com esse sofrimento mas simplesmente negar ajuda. Não consigo.

Por isso, minha amiga, prefiro me afastar por um tempo pra que eu não te faça sofrer ainda mais e para que não percamos tudo de bonito que já construímos até hoje, porque você sabe que eu não compartilharei com esta sua forma de levar a vida, sendo assim não posso assistir esse circo sem nada fazer.

Te desejo toda fé do mundo, sua amiga Marina.  

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

eu com você

Um livro de poema, uma estrela do céu, uma carta com frases bonitas, um beijo com gosto de saudade, um abraço feito de amor, rótulos de cerveja, um sorriso grande, alguns sonhos e muitas cores. Junto tudo em uma caixinha e te dou, pra você nunca esquecer de mim.